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Information on Batrachedra nuciferae Hodges   Message List  
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Re: [RPWgroup] Information on Batrachedra nuciferae Hodges

 
Good luck! I have no idea about the moth Batrachedra nuciferae Hodges. Go to www.google.com
you will find such as:
 
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
 
Sanchez-Soto, S; Nakano, O (2002) Occurrence of Batrachedra nuciferae Hodges (Lepidoptera: Coleophoridae) in the state of Sao Paulo, Brazil. (Ocorrencia de Batrachedra nuciferae Hodges (Lepidoptera: Coleophoridae) no estado de Sao Paulo. Neotropical entomology. 31 (4) 657-658.
 

scielo

Ver informações do Repositório
 
 
Campo Valor
 
Título Estudo morfológico de Batrachedra nuciferae Hodges (Lepidotera: Coleophoridae)
 
Autor Sánchez-Soto,Saúl
Nakano,Octavio
 
Assunto Insecta
morfologia
traça-do-coqueiro
 
Descrição Batrachedra nuciferae Hodges, constitui uma praga da cultura do coqueiro (Cocos nucifera L.) no Brasil. As larvas destroem o pólen diminuindo a probabilidade de fecundação das flores femininas e conseqüentemente a produção do coqueiro. O presente trabalho é uma contribuição para a identificação dessa espécie. São apresentadas descrições dos caracteres morfológicos externos do ovo, da larva neonata e de último ínstar, da pupa (<img id="_x0000_i1026" src="../../../../img/revistas/ne/v33n2/feminino.gif" align=absmiddle> e <img id="_x0000_i1027" src="../../../../img/revistas/ne/v33n2/masculin.gif" align=absmiddle>) e do adulto (<img id="_x0000_i1028" src="../../../../img/revistas/ne/v33n2/feminino.gif" align=absmiddle> e <img id="_x0000_i1029" src="../../../../img/revistas/ne/v33n2/masculin.gif" align=absmiddle>), bem como ilustrações dessas quatro fases.
 
Publisher Neotropical Entomology
 
Data 2004-04-01
 
Tipo journal article
 
Formato text/html
 
Identificador http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-566X2004000200008
 
Idioma pt
 
© 2005-2006 Public Knowledge Project
 

Neotropical Entomology

Print ISSN 1519-566X

Neotrop. Entomol. vol.31 no.4 Londrina Oct./Dec. 2002

doi: 10.1590/S1519-566X2002000400023 

SCIENTIFIC NOTE
Ocorrência de Batrachedra nuciferae Hodges (Lepidoptera: Coleophoridae) no Estado de São Paulo
 
SAÚL SÁNCHEZ-SOTO1 E OCTAVIO NAKANO2
1Campus Tabasco, Colegio de Postgraduados, Apartado postal 24, 86500, H. Cárdenas, Tabasco, México
2Depto. Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola, ESALQ/USP, C. postal 9, 13418-900, Piracicaba, SP
 
 
Ocurrence of Batrachedra nuciferae Hodges (Lepidoptera: Coleophoridae) in the State of São Paulo, Brazil
ABSTRACT - Batrachedra nuciferae Hodges, a pest of the coconut palm, was originally described in 1966 from specimens collected in the State of Bahia, Brazil. In 1998, this species was recorded in the states of Anzoategui, Aragua and Falcon, in Venezuela. The occurrence of this insect in the State of Sao Paulo, Brazil, is recorded for the first time. The larvae are very abundant in the dry season and can destroy all the masculine flowers of bunches attacked.
KEY WORDS: Cocos nucifera, coconut palm, pest
 
RESUMO - Batrachedra nuciferae Hodges, uma praga do coqueiro, foi descrita originalmente em 1966 de exemplares coletados na Bahia. Em 1998, a espécie foi constatada nos estados de Anzoategui, Aragua e Falcón, na Venezuela. Neste trabalho é registrada pela primeira vez a ocorrência da espécie no estado de São Paulo. As lagartas abundam durante a estação seca podendo destruir a totalidade das flores masculinas dos cachos atacados.
PALAVRAS-CHAVE: Cocos nucifera, coco, praga
 
 
Entre os insetos que danificam a cultura do coqueiro (Cocos nucifera L.) no mundo, são conhecidas quatro espécies de microlepidópteros do gênero Batrachedra Herrich-Schäffer: B. arenosella Walker (Indonésia, Austrália, Papua-Nova Guiné, Vanuatu, Fidji, Ilhas Salomão e Malásia), B. atriloqua Meyrick (Fidji e Indonésia), B. mathesoni Busck (Florida, Estados Unidos) (Zhang 1994) e B. nuciferae Hodges [Bahia, Brasil (Hodges 1966), e Anzoategui, Aragua e Falcón, Venezuela (Arnal et al. 1998)]. De acordo com Hodges (1966), B. nuciferae foi estudada por Bondar (1940) com o nome de B. perobtusa Meyrick. Esta foi descrita originalmente a partir de exemplares coletados na Guiana Inglesa, Brasil e Peru, sem conhecimento da sua planta hospedeira (Meyrick 1922). Hodges (1966) separou esta espécie do gênero Batrachedra, constituindo com ela o gênero Ifeda, definindo I. perobtusa como espécie única.
As larvas de B. nuciferae, ao se alimentarem do pólen, destroem as flores masculinas do coqueiro, diminuindo a probabilidade de fecundação das flores femininas e reduzindo, assim, a frutificação das palmeiras (Bondar 1940). De acordo com esse autor, os danos causados pela praga ocorrem durante a estação seca, na qual as lagartas podem destruir a totalidade das flores masculinas, especialmente em cachos com a espata fendida cujas flores tardam em abrir pelo tempo seco ou por estarem os abusos atacados pelo pulgão Cerataphis lataniae (Boisduval) ou pela cochonilha Aspidiotus destructor Signoret. Segundo Arnal et al. (1998), a presença do inseto pode ser de grande importância especialmente em programas de melhoramento genético e produção comercial de híbridos nos quais se utilizam coqueiros anões, pois existe uma relação entre a altura da planta e a incidência da praga: na menor altura há maior incidência, sendo esse comportamento similar ao de Batrachedra amydraula Meyrick (Badawi et al. 1977), praga da palmeira Phoenix dactylifera L. no Iraque, Israel, Iêmen, Bahrain, Egito e Arábia Saudita (Zhang 1994). No estado de São Paulo, a cultura de coqueiro anão apresenta crescente interesse devido à comercialização da água de coco; porém, um dos problemas da cultura é a baixa porcentagem de formação de frutos devida, entre outras causas, ao ataque de insetos (Tonet & Pelinson 1999). Entre esses insetos, os citados autores mencionam a "traça", referindo-se possivelmente a B. nuciferae.
Neste trabalho é registrada pela primeira vez a presença de B. nuciferae, danificando a cultura do coqueiro no estado de São Paulo. Em março, abril e maio de 2001, foram coletados seis cachos danificados de coqueiro anão no Bairro Jacutinga, município de Araçatuba, SP. Os cachos apresentavam grandes quantidades de pequenas lagartas de aproximadamente 6 mm de comprimento e de coloração branca a rósea. As lagartas foram colocadas junto às flores masculinas do coqueiro em caixas de plástico com dimensões de 11,4 x 11,4 x 3,5 cm para obtenção dos adultos. A identificação foi feita com base nos caracteres da genitália de machos e fêmeas, consultando o trabalho de Hodges (1966). Exemplares da espécie estão depositados na coleção de insetos do Departamento de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola da ESALQ, USP, Piracicaba, SP, Brasil.
Tomando em conta a abundância das lagartas e sua alta capacidade de dano, constatada pela destruição de quase todas as flores masculinas dos cachos coletados, a importância da praga poderia ser maior com o aumento da área cultivada de coqueiro anão no estado de São Paulo. No Brasil, além do coqueiro, as larvas de B. nuciferae alimentam-se do pólen das flores de Syagrus coronata (Mart.), S. vagans (Bondar), S. schizophylla (Mart.), Attalea funifera Mart., e A. piassabossu Bondar (Bondar 1940). Considerando que esta é a única espécie do gênero Batrachedra constatada em C. nucifera na América do Sul (Hodges 1966, Arnal et al. 1998), é provável que ocorra no Brasil, além de São Paulo, também no estado de Rio de Janeiro, já que Batrachedra sp. foi registrada em flores de coqueiro nesse estado (Silva et al. 1968).
 
Literatura Citada
Arnal, E., J. Clavijo, E. Soto & F. Ramos. 1998. Batrachedra nuciferae Hodges, 1966 (Lepidoptera: Momphidae) nueva plaga del cocotero en Venezuela. Bol. Entomol. Venez. 13: 69-71.         [ Links ]
Badawi, A., M.R.A. Saleh & A.H. Kamel. 1977. Susceptibility of different date varieties to infestation with certain pests, and the effect of tree height on the rate of infestation. Agric. Res. Rev. 55: 9-13.         [ Links ]
Bondar, G. 1940. Notas entomologicas da Bahia, V. Rev. Entomol. 11: 199-214.         [ Links ]
Hodges, R.W. 1966. Review of New World species of Batrachedra, with description of three new genera (Lepidoptera: Gelechioidea). Trans. Amer. Entomol. Soc. 92: 585-651.         [ Links ]
Meyrick, E. 1922. Exotic Microlepidoptera 2: 577-608.         [ Links ]
Silva, A.G.A., C.R. Gonçalves, D.M. Galvão, A.J.L. Gonçalves, J. Gomes, M.N. Silva & L. Simoni. 1968. Quarto catálogo dos insetos que vivem nas plantas do Brasil. Seus parasitos e predadores. Parte 2, tomo 1o, insetos, hospedeiros e inimigos naturais. Rio de Janeiro, Ministério da Agricultura, 622p.         [ Links ]
Tonet, R.M. & G.J.B. Pelinson. 1999. A situação da cultura do coqueiro no estado de São Paulo, p. 222-238. In A.B. São José, I.V.B. Souza, J.I.L. Moura & T.N.H. Reboucas (eds.), Coco, produção e mercado. Bahia, UESB, 238p.         [ Links ]
Zhang, B.C. 1994. Index of economically important Lepidoptera. Wallingford, CAB International, 599p.         [ Links ]
 
 
Received 04/10/01. Accepted 30/06/02.
 
Tese de Doutorado
Título original Morfologia, biologia e fototropismo de Batrachedra nuciferae Hodges (Lepidoptera: Coleophoridae).
Autor Soto, Saul Sanchez
E-mail sassoto@...
Unidade Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ)
Área de concentração Entomologia
Orientador ¤ Nakano, Octavio
Banca Examinadora ¤ Bento, José Maurício Simões
¤ Lourenção, André Luiz
¤ Nakano, Octavio
¤ Papa, Geraldo
¤ Silveira Neto, Sinval
Data da Defesa 09/03/2004
Palavras-chave ¤ biologia animal
¤ fototropismo
¤ inseto nocivo
¤ morfologia animal
¤ traça do coqueiro
Resumo Original
Os objetivos do trabalho foram os de descrever a morfologia externa de Batrachedra nuciferae Hodges (ovo, larvas, pupas e adultos); determinar a duração e viabilidade das fases de ovo, larval, pré-pupal, pupal e adulta, número de ínstares, razão de crescimento, relação sexual, períodos de pré-oviposição e oviposição, e fecundidade da espécie criada em flores masculinas de coqueiro (Cocos nucifera L.), bem como avaliar o efeito de diferentes comprimentos de ondas eletromagnéticas sobre adultos visando o estabelecimento de um método de monitoramento desta praga. Os estudos foram conduzidos em laboratório. O ovo é ovalado com cório reticulado, semitranslúcido quando recém-colocado, tornando-se posteriormente amarelo-laranja. Largura: 0,4 ± 0,03 mm, altura: 0,1 ± 0,01 mm. A larva neonata apresenta cabeça preta e prognata; tórax e abdome amarelo claro ou ligeiramente esbranquiçado, falsas pernas nos segmentos abdominais 3, 4, 5, 6 e 10. Comprimento: 1,1 ± 0,12 mm; largura da cápsula cefálica: 0,2 ± 0,37 mm. Larva de último ínstar com cabeça marrom-escuro, com seis estematas; primeiro segmento torácico com escudo dorsal preto e com a região lateral e ventral pigmentada de escuro; segundo e terceiro segmentos torácicos e segmentos abdominais esbranquiçados ou rosáceos nas regiões dorsal e lateral; pernas torácicas esbranquiçadas. Comprimento: 6,5 ± 0,60 mm; largura: 1,2 ± 0,11 mm; largura da cápsula cefálica: 0,7 ± 0,05 mm. Pupa subcilíndrica; de coloração creme quando recém-formada, e marrom ligeiramente escura quando madura. A fenda genital está Os objetivos do trabalho foram os de descrever a morfologia externa de Batrachedra nuciferae Hodges (ovo, larvas, pupas e adultos); determinar a duração e viabilidade das fases de ovo, larval, pré-pupal, pupal e adulta, número de ínstares, razão de crescimento, relação sexual, períodos de pré-oviposição e oviposição, e fecundidade da espécie criada em flores masculinas de coqueiro (Cocos nucifera L.), bem como avaliar o efeito de diferentes comprimentos de ondas eletromagnéticas sobre adultos visando o estabelecimento de um método de monitoramento desta praga. Os estudos foram conduzidos em laboratório. O ovo é ovalado com cório reticulado, semitranslúcido quando recém-colocado, tornando-se posteriormente amarelo-laranja. Largura: 0,4 ± 0,03 mm, altura: 0,1 ± 0,01 mm. A larva neonata apresenta cabeça preta e prognata; tórax e abdome amarelo claro ou ligeiramente esbranquiçado, falsas pernas nos segmentos abdominais 3, 4, 5, 6 e 10. Comprimento: 1,1 ± 0,12 mm; largura da cápsula cefálica: 0,2 ± 0,37 mm. Larva de último ínstar com cabeça marrom-escuro, com seis estematas; primeiro segmento torácico com escudo dorsal preto e com a região lateral e ventral pigmentada de escuro; segundo e terceiro segmentos torácicos e segmentos abdominais esbranquiçados ou rosáceos nas regiões dorsal e lateral; pernas torácicas esbranquiçadas. Comprimento: 6,5 ± 0,60 mm; largura: 1,2 ± 0,11 mm; largura da cápsula cefálica: 0,7 ± 0,05 mm. Pupa subcilíndrica; de coloração creme quando recém-formada, e marrom ligeiramente escura quando madura. A fenda genital está localizada no oitavo segmento na fêmea, e no nono segmento no macho. Comprimento da fêmea: 5,5 ± 0,45 mm, largura: 1,2 ± 0,10 mm. Comprimento do macho 4,9 ± 0,30 mm, largura: 1,1 ± 0,08. Adulto de coloração geral amarelo pálido ou palha, com escamas escuras nos palpos labiais, terço distal das antenas, nas asas anteriores e pernas. Entre o fim do primeiro terço e início do segundo terço das asas anteriores existe sempre uma mancha escura de forma mais ou menos oval ou alongada disposta longitudinalmente, e no terço distal com freqüência aparecem cerca de oito manchas escuras irregulares localizadas nas margens. O ápice do abdome é truncado com escamas brancas na fêmea e de forma oval com pêlos brancos no macho. Envergadura da Fêmea: 10,7 ± 1,06 mm; do macho: 9,1 ± 0,88 mm. Sob condições de 25°C, 60% UR e 12 h fotofase, a duração das fases de ovo, lagarta, pré-pupa, pupa e adulto foi de 3,2 ± 0,2 dias, 9,2 ± 1,7 dias, 2,3 ± 0,8 dias, 7,5 ± 0,6 dias e 13,7 ± 2,5 dias, respectivamente. A viabilidade das fases imaturas foi de 100%, 85,4%, 95,7% e 97,7%, respectivamente. A fase larval apresentou três ínstares, sendo a média da razão de crescimento de 1,761 ± 0,003. A relação sexual de adultos foi de 1: 1,2 (♀: ♂), o período de pré-oviposição foi de 2,6 ± 1,1 dias e o de oviposição de 11,3 ± 2,3 dias, sendo a fecundidade de 31,5 ± 18,3 ovos por fêmea. Das ondas eletromagnéticas avaliadas, emitidas pelas lâmpadas fluorescentes Black Light Blue (F15T8-BLB), Black Light (F15T8-BL), Plant Light (F15T8-PL), Blue (F15T8-B), Gold (F15T8-GO) e Luz do Dia, as que mais atraíram os adultos foram as ondas ultra violetas (BLB e BL), entre as quais não houve diferença estatística significativa.
Título em Inglês Morphology, biology and phototropism of batrachedra nuciferae hodges (lepidoptera: coleophoridae).
Palavras-chave em Inglês ¤ animal biology
¤ animal morphology
¤ phototropism
Resumo em Inglês
The aim of this work was to describe the outer morphology of Batrachedra nuciferae Hodges (egg, larvae, pupae and adults), to determine the duration and viability of the egg, larval, prepupal, pupal and adult stages, number of instars, growth ratio, sex ratio, preoviposition and oviposition periods, and fecundity of the species reared in male coconut (Cocos nucifera L.) flowers, as well as to evaluate the effect of different lengths of electromagnetic waves on adults in order to set a monitoring method to this pest. The studies were conducted in laboratory. The egg is oval-shaped with reticulate semitranslucid chorion, when newly laid, later becoming yellowish-orange. Width: 0.,4 ± 0.03 mm, height: 0.,1 ± 0.01 mm. The neonate larva has a black prognathous head, light yellow or slightly whitish thorax and abdomen, false legs in abdominal segments 3, 4, 5, 6 and 10. Length: 1.1 ± 0.12 mm; width of the cephalic capsule: 0.2 ± 0.37 mm. The last instar larva is dark-brown headed, with six stemmata; first thorax segment with a black dorsal shield and dark-pigmented lateral and ventral regions; whitish second and third thorax segments and abdominal segments or pinkish dorsal and lateral regions; whitish thorax legs. Length: 6.5 ± 0.60 mm; width: 1.2 ± 0,11 mm; Length of the cephalic capsule: 0.7 ± 0.05 mm. Subcylindrical pupa, beige-colored when newly formed and slightly dark brown when mature. The genital slash is located in the eighth segment in females and ninth in males. Female length: 5.5 ± 0.45 mm, width: 1.2 ± 0.10 mm. Male length: 4.9 ± 0.30 mm, width: 1.1 ± 0.08. Overall adult color is pale yellow or sand, with dark scaled in labial palpi, distal third of antennae, in fore wings and legs. Between the first third end and beginning of second third of anterior wings there is always a dark spot somewhat oval-shaped or elongated longitudinally, and on the distal third about eight irregular dark spots in the margins are often found. The top abdomen is truncated with white scales in females and is oval-shaped with white hairs in males. Female span: 10.7 ± 1,06 mm; male span: 9.1 ± 0.88 mm. Under 25°C, 60% RH and 12-hour photophase conditions, the duration of the egg, larva, prepupa, pupa and adult stages was 3.2 ± 0.2 days, 9.2 ± 1.7 days, 2.3 ± 0.8 days, 7.5 ± 0.6 days and 13.7 ± 2.5 days, respectively. The viability of the immature stages was 100%, 85.4%, 95.7% and 97.7%, respectively. The larval stage presented three instars, with mean growth ratio of 1.761 ± 0.003. The adult sex ratio was 1: 1.2 (♀: ♂), the period of preoviposition 2.6 ± 1.1 days and oviposition 11.3 ± 2.3 days, with fecundity of 31.5 ± 18.3 eggs per female. Regarding the evaluated electromagnetic waves emitted by fluorescent lamps Black Light Blue (F15T8-BLB), Black Light (F15T8-BL), Plant Light (F15T8-PL), Blue (F15T8-B), Gold (F15T8-GO) and Daylight, the more attractant to adults were the ultraviolet waves (BLB and BL), among which no significant statistical difference was found.
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Data de Publicação 10/08/2004


ssspicky <ssspicky@...://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1519-566X2002000400023&script=sci_abstractcom> wrote:
Dear Colleagues,
The Coconut moth Batrachedra nuciferae Hodges (Lepidoptera:
Coleophoridae) is a recent introduction in Trinidad. It was detected
in March 2006. I would like to get information on host range, economic
impact and the management of this pest.
Kind regards,
Deoraj Lalchan-Vine



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Tue Apr 22, 2008 9:39 pm

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Dear Colleagues, The Coconut moth Batrachedra nuciferae Hodges (Lepidoptera: Coleophoridae) is a recent introduction in Trinidad. It was detected in March...
ssspicky
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Apr 15, 2008
4:35 pm

Good luck! I have no idea about the moth Batrachedra nuciferae Hodges. Go to www.google.com ... Sanchez-Soto, S; Nakano, O (2002) Occurrence of Batrachedra...
Dr. Aziz Ajlan
redpalmweevil
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Apr 23, 2008
5:09 pm

Dear Dr. Deoraj Lalchan, The Batrachedra nucifera also called as inflorescence caterpillar (in fact two species are noticed) has been reported from India and...
Dr. Vidyasagar
vidyasagar49
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Apr 24, 2008
5:10 am

Dr. Vidyasagar,Your Information proved to be very helpful thank you. DLV. Deoraj Lalchan-VineCurator Technician, Crop Protection Section, Ministry of...
Deoraj Lalchan-Vine
ssspicky
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Apr 24, 2008
3:04 pm
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